Capítulo 89. A Ficção Curta Cedo de Edith Wharton - Parte 2

Edith Wharton

A Ficção Curta Cedo de Edith Wharton - Parte 2

essas dobras voadoras da cortina dela?" "Depois de uma tempestade em outono nunca o tenha visto--" "Sim, é curioso como certas flores sugestionam certos pintores-- o perfume da encarnação, Leonardo,; o da rosa, Titian; o tuberose, Crivelli,--" "Eu nunca supus que qualquer um tinha notado isto outro." "Nunca o tenha pensado--" "Oh, sim, freqüentemente e freqüentemente; mas eu nunca sonhei que qualquer um teve outro." "Mas seguramente você deve ter sentido--" "Oh, sim, sim; e você, também,--" "Como bonito! Como estranho--" As vozes deles/delas subiram e caíram, como o murmúrio de duas fontes respondendo para um ao outro por um jardim cheio de flores. A comprimento, com uma certa impaciência tenra, ele virou a ela e disse: "Ama, por que nós deveríamos demorar aqui? Toda a eternidade mente antes de nós. Nos deixe abaixar junto naquele país bonito e faça um casa para nós mesmos em alguma colina azul sobre o rio lustrando."

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