Edith Wharton
que tinha falado com ela no jardim. Ela ergueu a cabeça dela e olhado lentamente sobre a biblioteca. A biblioteca poderia ter agüentado testemunha que também era o retrato do homem em que tinha entrado aquele dia chamar Boyne da carta inacabada dele. Pelo surgings nublado do cérebro dela ela ouviu o estrondo lânguido de meio- palavras esquecidas--palavras faladas por Degrau de Alida no gramado a Pangbourne antes de Boyne e a esposa dele alguma vez tinha visto a casa a Lyng, ou tinha imaginado que eles podem um dia viva lá. "Este era o homem que falou comigo", ela repetiu. Ela olhou novamente para Parvis. Ele estava tentando para esconder o seu perturbação debaixo do que ele imaginou para ser uma expressão de compaixão indulgente; mas as extremidades dos lábios dele eram azuis. "Ele me pensa furioso; mas eu não estou furioso", ela refletiu; e de repente lá flamejado nela um modo da justificar estranho afirmação. Ela sentou quieta, enquanto controlando o tremor dos lábios dela, e esperando
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