Edith Wharton
ela tinha arremessado tantalizingly atrás: "Oh, HÁ um, claro que,, mas você nunca conhecerá isto." "Nunca conheça?" Boyne a levantou. "Mas isso que no mundo constitui um fantasma menos o fato de seu ser conhecido para um?" "Eu não posso dizer. Mas isso é a história." "Que há um fantasma, mas que ninguém sabe que isto um fantasma é?" "Bem--não cultive posteriormente, de qualquer modo." "Cultive posteriormente?" "Não cultive longo, deseje posteriormente." "Mas se é identificasse uma vez como um visitant sobrenatural, por que seu signalement não foi passado na família? Como tem conseguiu preservar seu incógnito?" Alida poderia tremer só sua cabeça. "Não me pergunte. Mas tem." "E então de repente--" a Mary falou para cima como se de algum cavernoso profundidade de adivinhação--"de repente, deseje posteriormente, a pessoa diz a pessoa ego, 'ISSO ERA?'" Ela foi assustada esquisitamente ao som sepulcral com que ela
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