Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
na face dele que, talvez, é melhor que no bolso dele. Era que que me fez pergunte o nome dele e se dirija, entretanto eu poderia fazer nada para ele." "Então você era o cavalheiro que lhe falou lhe não pôde manter um cachorro e se late?" dito Sra. Boyd, divertiu, e há pouco uma sombra esperançoso. "Precisamente. Nem pode eu. Teria sido descaramento fresco dentro um rapaz para vir e pedir ser ensinado o trabalho dele primeiro e então pagou isto, se ele não tivesse sido tão muito dentro sério que eu era bastante arrependido para ele. Eu sou inclinado para acreditar, da conversa eu tive com ele ao pé do para-dia de brae, que ele é um cachorro jovem que latiria com pequeno ensino incomum. Material, ma'am, é o que nós queremos. Eu não quero sua matéria-prima de ser, se é só do tipo certo. Eu me decidi para processar seu menino." "Agradeça Deus!" "O que disse você, ma'am? Mas--eu imploro seu perdão." Porque ele viu que Sra. Boyd tinha demolido totalmente. Em verdade, o tensão tinha sido tão longa e tão grande que este alívio súbito era totalmente muito para ela. Ela chorou cordialmente. "Eu deveria implorar seu perdão", ela disse afinal, "por ser assim tolo, mas nós tivemos tempos duros ultimamente." E então, em alguns palavras simples, ela contou a história inteira de Donald. O homem velho escutou isto em silêncio. Às vezes ele acernar com a cabeça o seu encabece, ou bata o queixo dele na vara robusta dele como sentou ele; mas ele fez nenhum comentário tudo que, exclua um sumário obrigado, ma'am." "Agora para negócio", continuou ele, tirando o relógio dele,; "porque eu sou devido ao jantar: e eu sempre mantenho meus compromissos, até mesmo com eu. Eu espero que seu Donald um rapaz pontual é?" "Sim. Ele prometeu estar de volta por escuridão, e eu estou seguro ele será. Você não pôde esperar?" "Não. Eu nunca espero por qualquer pessoa; mas não mantém ninguém esperando por mim.
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