Capítulo 83. A Pedra de toque

Edith Wharton

A Pedra de toque

ido escada acima para o quarto dele e arrastou os livros do bolso dele. Eles se deitam na mesa antes dele goste de coisas ao vivo que ele temeu tocar. . . . A comprimento ele abriu o primeiro volume. Um familiar carta pulou fora a ele, cada palavra estimulada por seu traje luzindo, de tipo. As pequenas frases quebradas fugidas pela página gostam animais feridos ao ar livre. . . . Era uma visão horrível. . . . Um battue de coisas desamparadas dirigido savagely fora de abrigo. Ele não tinha sabido estaria assim. . . . Ele entendeu agora que, no momento de vender as cartas, ele tinha visto a transação somente como se afetou: como um marca infeliz em um caso contrário registro apresentável. Ele teve escassamente considerado o ato em relação a Margaret Aubyn; para morte, se consagrar, também faz inócuo. O Deus de Glennard era um deus do viver, do imediato, o atual, o tangível; tudo os dias dele que ele tinha vivido na presença daquele deus, descuidado do

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