Capítulo 77. A Pedra de toque

Edith Wharton

A Pedra de toque

o santuário, como seja." "Quem ERA ele?" outra voz indagou. "Quem era ele? Oh, ninguém, eu imagino--o carta-caixa, a racha no parede pela qual as cartas passaram a posteridade. . . ." "Mas ela nunca os quis dizer para posteridade!" "Uma mulher não deveria escrever tais cartas se ela não os quiser dizer seja publicado. . . ." "Ela não lhes deveria escrever a tal um homem!" Sra. Touchett desdenhosamente corrigido. "Eu nunca mantenho cartas", disse Sra. Armiger, debaixo do óbvio impressão que ela estava contribuindo um valioso ponto para o discussão. Havia um riso geral, e Flamel que não tinha falado disse, lazily, "Você as mulheres também são incurably subjetivo. Eu aventuro dizer que a maioria dos homens somente veria nessas cartas o imenso deles/delas valor literário, a significação deles/delas como documentos. O pessoal lado não conta onde há tanto outro." "Oh, todos nós sabemos que você tem nem todo princípios", Sra. Armiger,

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