Capítulo 5. A Pedra de toque

Edith Wharton

A Pedra de toque

imagine pelo menos, o consciente de coisas memoráveis proferidas parecido levar de até mesmo a fala mais íntima dela a flor perfeita de privacidade. Estava nesses dias mais cedo, se já, que ele tinha vindo próximo amando ela; embora iguale o sentimento dele então só tinha vivido dentro os intervalos de sua expressão. Depois, quando ser amado por ela tinha sido um estado para tocar a imaginação de qualquer homem, o físico relutância teve, inexplicavelmente, assim overborne o intelectual atração que os últimos anos tinham sido, para ambos eles, um agonia de impulsos contraditórios. Até mesmo agora, se, se virando velho documentos, a mão dele iluminou nas cartas dela, o toque o encheu com miséria inarticulada. . . . "Ela teve tão poucos amigos íntimos. . . aquelas cartas serão de valor especial." Tão poucos amigos íntimos! Durante anos tinha tido ela mas um; um que nos últimos anos tiveram requited o maravilhoso dela páginas, as efusões trágicas dela de amor, humildade, e perdão, com

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