Capítulo 34. Artemis para Actaeon, e Outros Versos

Edith Wharton

Artemis para Actaeon, e Outros Versos

E a um golpe ele viveu o todo de vida, Vertido tudo em uma libação para a verdade, Uma inundação enchendo até a borda cujas gotas alagarão Em desertos da alma longo batido abaixo Pelo bruto ande a pé de hábito, cultive eles pulam Em motim múltiplo para o sol. Chame aqui nenhum artificer alto elevar O monumento prolixo dele--tal vive como estes Faça para morte um misnomer sombrio e sua pompa Um vesture vazio. Deixe vidas ressonantes Re-eco magnificamente por abóbadas alto-empilhadas E faz para a sepultura o porta-voz deles/delas--como ele É como os fluxos escondidos que, debaixo da terra, Adocique os pastos para o kine pastando, Ou como afetações de fonte que salvam barras de prisão O cheiro de liberdade; ou uma luz que queima Imutavelmente pelos mares abalados, Sempre por mãos sem nome renovadas, Onde mais era escuridão e uma costa saturada. II O ARRENDAMENTO MORTAL EU PORQUE são vertidas as correntes de nosso amor Pelo lento role da inundação primitiva

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