Capítulo 28. Artemis para Actaeon, e Outros Versos

Edith Wharton

Artemis para Actaeon, e Outros Versos

Ah que noite preta que ele me, aquele amanhecer de morto, deixou Eu o achei mentindo nos bosques, vivo, Ofegar meu nome fora e o vida-sangue dele com isto, Como se a faca do assassino tinha sondado para mim No peito cortado dele e me achou em cada ferida. . . Bem, era lá o Cristo veio a mim, você sabe, E me conduziu casa--da mesma maneira que aquele outro me conduziu. _(Just como aquele other?_ Geram, seja paciente comigo!) O morte de meu amante, eles me falam, economizou minha alma, E eu vivi para ser uma luz a homens. E junta os pecadores aos joelhos de graça. Tudo isso, você diz, as coberturas de sinete do Bispo. Mas permanência! Suponha meu amante não tinha morrido? (Afinal minha pergunta! Gere, me ajude a enfrentar isto.) Eu digo: Suponha meu amante não tinha morrido-- O pense eu alguma vez teria deixado vivendo para ele, Até mesmo a Margaret santificada de Cristo para ser? --Nós vivemos em pecado? Por que, para o pecado eu morri Aquele outro era como Paraíso, quando Deus

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