Edith Wharton
Perguntas estranhas me apertam, enquanto empurrando braços ígneos, Como se, através das ladainhas íntimo-enredadas, Meu morto deveria arrancar a mim de inferno, com olhos, Vivo nas faces obliteradas deles/delas! . . . Eu processei os nomes dos santos e nossa Mãe santificada Fra Paolo, eu os tentei o'er e o'er, E como uma lâmina dobrou para trás no princípio empurrão Eles rendem e me fracassam--e a permanência de perguntas. E assim eu pensei, em algum coração humano, Puro, e ainda pé-usado com o passo de pecado, Se só eu poderia rastejar para santuário, Poderia ser que esses olhos me deixariam descansar. . . Fra Paolo, escute. Como se eu deveria esquecer O dia eu o vi primeiro? (Você sabe o um.) Eu tinha estado rindo no mercado-lugar Com outros como eu, eu o mais jovem lá, Empurrando sobre um pacote de mountebanks Como moscas em carne putrefata (eu o mais jovem lá!), Até que escuridão caísse; e enquanto as outras meninas Virado deste modo, aquele modo, como acenou perdição,
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