Alexander H. (Alexander Hay) Japp
de cama-roupa; sobre ele os volumes se espalhados flutuaram de um jogo completo de Thoreau; ele estava preparando uma composição naquele merecedor, e ele se parecia no momento um homem meio-afogado, contudo ele não era lance abaixo. O trabalho dele, uma tarefa infinita, era melhor que uma palha para ele. Era se tornar o salva-vidas dele e prolongar os anos dele. Eu sinto convencido isso sem isto ele deve ter rendido muito tempo desde então. Eu achei o Stevenson um homem do físico mais delicado, entretanto, inexplicavelmente tenaz de vida; um homem cuja caneta era infatigável, de quem cérebro nunca era em repouso, quem, até onde eu sou capaz julgar, olhou em todo o mundo e tudo de um supremamente ponto de vista intelectual." (1) Nós nos lembramos da convicção comum em Yorkshire e outras partes que um o homem não pôde morrer tão longo como ele pudesse se levantar - uma convicção em qual Branwell Bronte pobre era fain para agir e ilustrar, mas R. L. O Stevenson ilustrou isto, como mostra este escritor, em um melhor, modo mais tranqüilo, e mais saudável, apesar da falta dele de saúde. Em alguns pequenos pontos de fato, porém, o Stevenson estava errado; e eu escrito ao Editor de O ESPECTADOR uma carta, titulado, que eu penso, "A Piedade de Thoreau e Humor" que ele inseriu. Isto me trouxe um carta privada de Stevenson que expressou o desejo para me ver, e tem alguma conversa comigo nisso e outros assuntos. Para isto carta que eu respondi imediatamente, enquanto dirigindo a 17 Heriot Row, Edimburgo,, dizendo que, como eu era logo estar naquela Cidade, poderia ser possível para mim o ver lá. Em resposta para esta carta o Mr Stevenson escrito: "A CABANA, CASTLETON DE BRAEMAR,, DOMINGO, RESPEITÁVEL (? TH), 1881. "MEU CARO SENHOR, - eu deveria ter escrito para lhe agradecer para há muito tempo sua carta amável e honesta; mas, em meu estado de saúde, estão documentos
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