J. Hector St. John de Crèvecoeur
disponha; o de um fazendeiro é o único título do rural habitantes de nosso país. Tem que ocupar algum tempo antes que ele pode o reconcilie a nosso dicionário que é mas curto em palavras de dignidade, e nomes de honour. Lá, em um domingo, vê ele um congregação de fazendeiros respeitáveis e as esposas deles/delas, todo o clad em homespun limpo, bem montou, ou indo nos próprios vagões humildes deles/delas. Não há entre eles um escudeiro, enquanto economizando o analfabeto magistrado. Lá ele vê um parson tão simples quanto o rebanho dele, um fazendeiro, que não se revolta no labute de outros. Nós não temos nenhum príncipe, para quem nós labutamos, sofremos fome, e sangramos: nós somos agora a sociedade mais perfeita existindo no mundo. Aqui o homem está livre como deveria ser ele; nem é esta igualdade agradável tão transitório como muitos são outros. Muitas idades não verá as costas de nossos grandes lagos enchidas no interior com
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