Capítulo 57. Cartas de um Fazendeiro americano

J. Hector St. John de Crèvecoeur

Cartas de um Fazendeiro americano

emoções de amor, de gratidão, de orgulho consciente que emoção em meu coração e freqüentemente transborda em lágrimas involuntárias. Eu sinto o necessidade, o doce prazer de agir minha parte, a parte de um marido e gera, com uma atenção e decoro que podem me intitule a minha fortuna boa. É verdade estas imagens agradáveis desapareça com a fumaça de meu tubo, mas entretanto eles desapareçam de meu note, a impressão que eles deixaram em meu coração é indelével. Quando eu jogue com a criança, minhas corridas de imaginação mornas adiante, e avidamente se antecipa o temperamento futuro dele e constituição. Eu vou de boa vontade abra o livro de destino, e saiba em qual página que o destino dele é delineado; ai! onde é o pai que nesses momentos de êxtase paterna pode delinear um a metade dos pensamentos que dilatam o coração dele? Eu estou seguro eu não posso; então novamente eu temo para a saúde de

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