Capítulo 33. A Senhora do Mar

Henrik Ibsen

A Senhora do Mar

o ensine norueguês, ele disse. Ellida. Bem, e então? Lyngstrand. Era uma noite em tempo áspero. Todas as mãos eram em coberta--menos o contramestre e mim. Porque ele tinha deslocado o seu pé e não pôde caminhar, e eu estava sentindo bastante baixo, e era mentindo em minha cabina. Bem, ele estava sentando lá no castelo de proa, lendo um desses documentos velhos novamente. Ellida. Bem, bem! Lyngstrand. Mas da mesma maneira que ele estava sentando, lendo quietamente lá, eu, o ouvido proferir um tipo de grito. E quando eu olhei para ele, eu vi a face dele era tão branca quanto giz. E então ele começou a esmagar e amasse o papel, e rasgar isto em mil fragmentos. Mas ele feito isto, quietamente, tão quietamente. Ellida. Ele não disse nada? Ele não falou? Lyngstrand. Não diretamente; mas um pequeno depois que ele dissesse a ele, como seja: "Se casado--para outro homem. Enquanto eu estava fora." Ellida (fecha os olhos dela, e diz, meio para ela). Ele disse

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