Capítulo 17. A Senhora do Mar

Henrik Ibsen

A Senhora do Mar

é a alegria dela e delícia. Arnholm. Sim; Eu me lembro disso de velho. Wangel (com um sorriso quase imperceptível). Estar seguro! Você soube Ellida quando você era lá fora o professor a Skjoldviken. Arnholm. Certamente. Ela usou freqüentemente para visitar ao Parsonage. Mas Eu a conheci principalmente quando eu fui para o farol para ver o dela gere. Wangel. Lá fora, essas vezes você pode me acreditar, fixou profundamente marcas nela. As pessoas na cidade aqui não a podem entender nada. Eles a chamam a "Senhora do Mar." Arnholm. Sim? Wangel. Sim. E assim--agora, você vê, fale com ela dos dias velhos, querido Arnholm, fará o bem dela. Arnholm (olhares a ele em dúvida). O tenha qualquer razão por pensar assim? Wangel. Seguramente eu tenho. Ellida (a voz dela é ouvida fora do jardim). Está lá você, Wangel? Wangel (subindo). Sim, querido. (Sra. ELLIDA WANGEL, em uma envoltura grande, clara, e com cabelo molhado pendurando solto em cima dos ombros dela, se coloca de entre as árvores de

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