Henrik Ibsen
(Um anel é ouvido ao sino de frente-porta.) Helmer (com um começo). O que é isso? Tão tarde! Enlate o pior--? Possa ele--? O, Nora, esconda. Diga você está doente. (NORA estava imóvel. HELMER vai e destranca a porta de corredor.) Empregada (meio-vestiu, vem à porta). Uma carta para o amante. Helmer. Dê a mim. (Objetos pegados a carta, e fecha a porta.) Sim, é dele. Você não terá isto; Eu me lerei para isto. Nora. Sim, leia. Helmer (se levantando pelo abajur). Eu tenho a coragem escassamente para fazer isto. Pode significar ruína para ambos nós. Não, eu tenho que saber. (Lágrimas abrem a carta, corre o olho dele em cima de alguns linhas, olhares a um papel, incluso, e dá um grito de alegria.) Nora! (Ela olha para ele questioningly.) Nora!--Não, eu tenho que ler isto uma vez mais--. Sim, isto é verdade! Eu sou salvado! Nora, eu sou salvado! Nora. E eu? Helmer. Você também, claro que; nós somos ambos economizados, você e eu. Olhe, ele lhe manda de volta seu laço. Ele diz que ele lamenta e se arrepende--
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