Charles G. D. Roberts
Canse nenhum mais, nem desfaleça, nem afligiu no fundo, nem desesperando, Silenciado no colo verde da terra, acalmou para dormir e sonha! VIDOEIRO E REMO. PARA FELICIDADES CARMAN. Amigo, essas delícias nosso, Debaixo do sol e chuvas,-- Athrough o meio-dia azul Deslizando nossa canoa clara, Ou flutuando, silenciou, a véspera, Quando os ansiar-topos escuros afligem! Que dias tônicos eram eles Onde dardo de fluxos tímido e jogo,-- Onde rios douram e forte Como caribou saltaram junto, Arrombe parle bravo Onde rosnadura de correntezas de gato selvagem, Baixe, e como uma cobra Areje ao lago quieto! Nós remamos furtivamente, Onde ramos gigantescos escondem o céu,-- Roubou, e prendeu nosso fôlego, Os abrigos de Thro ainda como morte,-- Partiu com unstirred de asa O phoebe-pássaro pensando, E quase não causou um cuidado Na toca da água-aranha. Para amor do tubo claro dele Nós coramos a narceja de ziguezague,-- Perseguiu em humor teimoso O madeira-pato está agitando ninhada,-- Espiou o alce de antlered Semeando o abeto vermelho verde jovem, E o assistiu gaveta Pela tirada afiada do kingfisher. Deixando as sombras de bodeful Nós corremos thro' clareiras no mato mais ensolaradas, E derrubando arte e cuidado Licitou nossa velocidade de remos. Onde as correntezas furiosas esfolam Nós gritamos, enquanto guiando seguro,-- Com tempo de tendão, nervo agudo, Thro atirado' o rugido, e visto, Com espírito selvagem como seu, As ondas brancas saltar-como lebres. E então, com almas crescidas claro Naquela atmosfera de doçura, Com influências sereno Nosso sangue e cérebro lavados limpam, Nós perdemos tempo abaixo o peito De alargar marés em repouso, E marcado os ventos, os pássaros,, As abelhas, os rebanhos longe-apagados,, Em uma melodia sonolenta Transmude a tarde. Assim, Amigo, com orelhas e olhos, Quais divindades tímidas Abriu com o beijo deles/delas, Nós precisamos de nenhum bálsamo mas isto,--
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