Capítulo 36. Em Tons de Mergulhadores

Charles G. D. Roberts

Em Tons de Mergulhadores

Canse nenhum mais, nem desfaleça, nem afligiu no fundo, nem desesperando, Silenciado no colo verde da terra, acalmou para dormir e sonha! VIDOEIRO E REMO. PARA FELICIDADES CARMAN. Amigo, essas delícias nosso, Debaixo do sol e chuvas,-- Athrough o meio-dia azul Deslizando nossa canoa clara, Ou flutuando, silenciou, a véspera, Quando os ansiar-topos escuros afligem! Que dias tônicos eram eles Onde dardo de fluxos tímido e jogo,-- Onde rios douram e forte Como caribou saltaram junto, Arrombe parle bravo Onde rosnadura de correntezas de gato selvagem, Baixe, e como uma cobra Areje ao lago quieto! Nós remamos furtivamente, Onde ramos gigantescos escondem o céu,-- Roubou, e prendeu nosso fôlego, Os abrigos de Thro ainda como morte,-- Partiu com unstirred de asa O phoebe-pássaro pensando, E quase não causou um cuidado Na toca da água-aranha. Para amor do tubo claro dele Nós coramos a narceja de ziguezague,-- Perseguiu em humor teimoso O madeira-pato está agitando ninhada,-- Espiou o alce de antlered Semeando o abeto vermelho verde jovem, E o assistiu gaveta Pela tirada afiada do kingfisher. Deixando as sombras de bodeful Nós corremos thro' clareiras no mato mais ensolaradas, E derrubando arte e cuidado Licitou nossa velocidade de remos. Onde as correntezas furiosas esfolam Nós gritamos, enquanto guiando seguro,-- Com tempo de tendão, nervo agudo, Thro atirado' o rugido, e visto, Com espírito selvagem como seu, As ondas brancas saltar-como lebres. E então, com almas crescidas claro Naquela atmosfera de doçura, Com influências sereno Nosso sangue e cérebro lavados limpam, Nós perdemos tempo abaixo o peito De alargar marés em repouso, E marcado os ventos, os pássaros,, As abelhas, os rebanhos longe-apagados,, Em uma melodia sonolenta Transmude a tarde. Assim, Amigo, com orelhas e olhos, Quais divindades tímidas Abriu com o beijo deles/delas, Nós precisamos de nenhum bálsamo mas isto,--

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