Charles G. D. Roberts
Ou longe-fora pináculos com amarelo de brilho de pôr-do-sol; E aqui o Semeador, unwittingly divino, Mostra a premeditação silenciosa da labuta dele. Só ele anda o glebe, o passo largo medido dele, Bobo na terra rendendo; e tho' alegria pequena More na face pesada dele, como expansões a cortina Grão pálido da palma dispensando dele aparte, Este churl trabalhador cresce grande no emprego dele;-- Divino, ele faz provisão para gênero humano. A COLHEITA DE BATATA. Um campo nu alto, doure do are, e agüentado Aslant de pôr-do-sol; desperdícios ambarinos de céu Lavando o cume, um brado de corvos que voam, Em do largo achata onde as marés gastas lamentam Para yon os poleiros balançantes deles/delas em anseia vento-rasgado; Uma linha de cobra-cerca cinza, isso ziguezagueia por Uma lagoa, e gado, do domicílio perto O summonings fundo longo do chifre de ceia. Lustre, no cume, contra aquele rubor só,, Um carro, e inclinar-beijou bois; percorrido ao lado de, Alguns barris, e o povo de colheita dia-usado, Aqui que esvazia as cestas deles/delas, chocalhe o silencie Com trovões de buraco; abaixo a ladeira de crepúsculo Madeiras o wain; e dia diminui como fumaça. FLUTUANTE. Flutuante!-- Ah Love, no espelho de águas, Todo o mundo parece conosco flutuante,-- Todo o mundo largo, luminoso da noite; Mas o mundo furioso de homens é remoto, E o prating de línguas é longe. Nós fugimos da multidão em nosso vôo, E além da beira cinza das águas Todo o tumulto afundou de nossa visão. Vire sua cabeça, Ame, um pequeno, e nota Baixo abaixo no sul uma estrela pálida. As névoas do horizonte-linha encharcam isto, As vigas da lua todos menos extinga, Ainda lustra thro' esta inundação-maré de luz. Ame, debaixo daquela estrela está o mundo Do dia, de nossa vida, e nossa tristeza, Onde defamers e invejoso é. Aqui, aqui é nossa paz, nossa delícia,-- Para nosso mais íntimo não amor-converse nenhuma barra.
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