Capítulo 11. Em Tons de Mergulhadores

Charles G. D. Roberts

Em Tons de Mergulhadores

ANTES DA RESPIRAÇÃO DE TEMPESTADE. Antes da respiração de tempestade. Enquanto ainda as tardes longas, luminosas estão mornas, Debaixo deste arco imaculado de céu cerúleo O ar está cheio com juntar asas para vôo; Ainda com o mirth estridente e a delícia alta Vem a tristeza de pressentimento deste grito-- "Cultive a tempestade se espalhe e a escuridão dispersa, Adeus! Adeus! Adeus!" Por que vai ye vão tão logo, Nestes horas macias, este mais doce mês que junho? O ar líquido flutua em cima de campo e árvore Um véu de dreams;--onde ye acham a picada? Um encanto de ouro dorme no mar E roxo hills;--por que ye levantou vôo? Mas desfalece, longe-ouviu, as respostas caem e inchação-- "Adeus! Adeus! Adeus!" FORA DE POMPEII. Salve o do qual o noite-vento se despertou docemente E som solene, eu ouvi só A batida incessante do oceano sem sono, A monotonia da onda. Baixo abaixo o sul um vislumbre triste De luz branca golpearam as inchações mal-humoradas, Evasivo como um sonho feliz, Ou vento-agüentado notas de sinos. A água está enrolando estola de sussurros Em meu cérebro, e lá apagou Todas as recordações humanas de minha alma,-- Um átomo em um desperdício inconstante. Dedos estranhos, enquanto procurando no escuro, se esforçou para elevar Alguns que entorpecem horror de minha mente; E já, como conheceu meu olhar, A verdade acentuada me golpeou a cortina. A respiração afiada aguda do mar salgado Picado, mas um cheiro lânguido, rápido, sulfuroso Assoado passado, e eu bobinei dizzily Como da piscadela de inferno, Um momento; então a proa cisne-beijada Me sustentado, e mais uma vez eu esquadrinhei O unfenced inundam, contra minha sobrancelha Arqueando minha mão erguida. O'er toda a expansão vaga instável Eu sobressaí o senhor supremo, e sorriu; E marcado o relance de faíscas duro, branco,

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