Capítulo 45. Tribunais e Criminosos

Arthur Cheney Train

Tribunais e Criminosos

próspero, enquanto cinco tiveram as convicções deles/delas prontamente afirmado. Assim, tão longe como o último triunfo de justiça é preocupado, fora de 169 casos por aquele período os apelantes finalmente só tido sucesso em vinte e dois. Desde 1902 houve vinte e sete decisões feitas dentro casos de assassinato de primeiro-grau pelo Tribunal de recursos, com só três reversões.* (* Escrito em 1909.) O mais importante convicções ao longo do Estado são afirmadas com grande regularidade. Sobre a conduta de tal embala, a própria experiência do escritor é que uma tentativa de assassinato é o procedimento mais solene conhecido para a lei. Ele processou cinqüenta homens pelo menos para assassinato, e condenou mais que ele se preocupa se lembrar. Tais tentativas é tão longe invariavelmente digno e deliberado como a conduta do lado legal do caso está preocupado. Nenhum juiz, porém inapto para o banco; nenhum promotor, porém, irrefletido; nenhum advogado porém caloso, não sente o natureza séria da transação ou ser afetado fortemente pelo fato que ele está lidando com vida, e morte. Um promotor que abertamente riu ou zombou a um prisioneiro carregou com assassinato prejudicaria a causa dele severamente. O júri, naturalmente, é subjugado com a gravidade da ocasião e a responsabilidade que descansa neles. No Patterson, Descongele, e Molineux embala a evidência, infelizmente, lidou com assuntos desagradáveis e às vezes era se revoltando, mas havia um decoro quieto do modo em qual as testemunhas foram examinadas que fez isto tão inofensivo quanto poderia ser possivelmente. Fora do tribunal-quarto a multidão vulgar pode ter briga e jurado; e dentro de nenhuma dúvida havia os homens degenerados e mulheres que avidamente puxado as orelhas deles/delas para pegue todo artigo de depravação. Mas as multidões que encheram a sala de tribunal esteja quieta e bem ordenada, e o justificado interessado excedido em número o mórbido.

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