Booth Tarkington
Nada poderia ter sido mais doloroso a minha sensibilidade que para me ocupe, confuso com rubores, no centro do todo, mundo como um anúncio vivo do menos balé divertido em Paris. Ser a sensação do dia do bulevares a pessoa têm que possuir um excentricidade de aparecimento não concebida por nada com falta de gênio; e meus infortúnios tinham me reduzido apresentar tal a todos os olhos mirth buscando. Não era que eu era um dessas pessoas dentro uniforme que leva anuncia e figuras estranhas nas parte de trás deles/delas, nem que meu casaco era de trapos; pelo contrário, minha fantasia inteira era delicadamente rico e bem escolhido, de linho cinzento e bom macio, (como você veja usado por um marquês no pe'sage em Auteuil) conforme bem com meu ar habitual e semblante, às vezes, estimado para se assemelhar a meu pai no qual não estava querendo distinção. Somar este meus deveres não estavam esvaziando ao corpo. Eu era só exigido sentar sem um chapéu de dez da manhã para de meio-dia, e de quatro até sete pela tarde, ao uma de as mesas pequenas debaixo do toldo do Café' la de de Paix ao canto do l'Opera de de de Lugar--quer dizer, o centro de o mundo habitado. Pela manhã eu bebi meu café, quente em a xícara; pela tarde eu tomei um gole isto frio no copo. Eu falei para ninguém; não um relance ou um gesto meu passaram para atrair notificação. Ainda eu era o centro daquele centro do mundo. Todo o dia o multidões me cercaram, enquanto rindo ruidosamente; toda a fabricação de voyous essas piadas para as quais eu não achei nenhuma réplica. O pavimento era às vezes bloqueado; os cocheiros de transcurso se levantavam nas caixas deles/delas examinar a mim, crianças pequenas eram elevadas em ombros para me veja; não os mais sérios ou mais triste vieram por sem parando contemplar a mim e ir embora com alegrar faces. O bulevares tocaram à risada deles/delas--toda a Paris riu! Durante sete dias eu sentei lá nos momentos designados, enquanto se encontrando o
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