Capítulo 15. Barlaam e Ioasaph

circa 675-749 Saint John of Damascus

Barlaam e Ioasaph

runneth fora como água? E como, em tal facilidade, possa nós temos companheirismo com thee, e não o bastante negue nós mesmos amizade e honours e amor de crianças, e se há qualquer outra gravata maior que estes? Quando nós vemos thee, rei de O, o thy bastante esquecendo reverenciam para aquele Deus que thee de giveth o poder para viver e respirar, Cristo Jesus, o Deus de tudo,; quem, sendo semelhante sem começar, e coeternal com o Gere, e tendo criado os céus e a terra pela palavra dele, homem feito com as próprias mãos dele e o dotou de imortalidade, e lhe fixe o rei de tudo em terra e lhe nomeou Paraíso, o lugar mais justo de tudo, como a habitação real dele. Mas tripula, iludiu por inveja, e (wo é eu!) pegado pela isca de prazer, miseravelmente caia de todas estas bênçãos. Assim ele que uma vez era invejável se tornou um espetáculo comovente, e pelo infortúnio dele merecendo de lágrimas. Portanto ele, isso tinha feito e tinha formado nós, olhou novamente com olhos de compaixão no trabalho do próprio dele

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