D. H. (David Herbert) Lawrence
"Você não teve notícias de seu marido?" ele somou. "Eu tive uma carta--"--chora--"do banco esta manhã." "DE DE BANK?" "Me falando eles estavam me enviando tanto por mês, dele, como um mesada, e que ele era bastante bem, mas ele era travelling." "Bem então, por que não o deixou viajar? Você pode viver." "Mas me deixar só", havia indignação ardente na voz dela. "Ir e me deixar com toda responsabilidade, me deixar com, todo o fardo." "Bem eu não aborreceria sobre ele. Não é você melhora fora sem ele?" "Eu sou. Eu sou", ela chorou fiercely. "Quando eu adquiri aquela carta isto manhã, eu disse que MAL de MAIO O ACONTECE, VOCÊ DEMÔNIO EGOÍSTA. E eu espero pode." "Bem-bem, bem-bem, não se irrite. Não esteja bravo, não fará isto qualquer melhor, eu lhe falo." "Bravo! Eu ESTOU bravo. Eu sou pior que bravo. Uma semana atrás eu não tive um cabelo cinzento em minha cabeça. Agora olhe aqui--" havia uma pausa.
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