Capítulo 41. A Vara de Aaron

D. H. (David Herbert) Lawrence

A Vara de Aaron

ele isso não cederia--nem para o uísque, nem a mulher, nem até mesmo a música. Até mesmo no meio da melhor música dele, sentou dentro o meio dele, este cachorro preto invisível, e rosnou e esperou, nunca ser bajulado. Ele conheceu sua presença--e estava um pequeno intranqüilo. Para claro que ele _wanted_ para se deixar ir, sentir róseo e amoroso e tudo aquilo. Mas ao muito pensamento, o cachorro preto mostrou seus dentes. Ainda ele manteve a besta à distância--com tudo seu vá ele se manteve como seja cordial. Ele quis derreter e ser róseo, feliz. Ele tomou um gole do uísque dele com satisfação, ele luxuriated na presença da proprietária, muito confiante da força da preferência dela para ele. Ele olhou ao perfil dela--aquela lançar-parte de trás de multa da cabeça hostil dela, mau no meio da benevolência dela; aquele sutil, realmente mesmo curva delicada bonita do nariz dela que o moveu precisamente como um pedaço de puro som. Mas esta noite não o superou. Havia

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