Capítulo 19. A Vara de Aaron

D. H. (David Herbert) Lawrence

A Vara de Aaron

de vozes de homens. O país inteiro foi despertado e foi excitado. O pequeno quarto estava quente. Aaron subiu e abriu um ventilador quadrado em cima do cobre, deixando entrar um fluxo de ar frio que agradeceu para ele. Então ele levantou o olho dele em cima da folha de expansão de música fora em a mesa antes dele. Ele tentou a flauta dele. E então afinal, com o gesto estranho de um mergulhador que leva um mergulho, ele balançou o dele encabece e começou jogar. Um fluxo de música, macio e rico e fluido, veio fora do flauta. Ele jogou formosamente. Ele moveu a cabeça dele e o elevado dele nu braços com desprezo, intensos movimentos, como a música delicada despejou. Era décimo sexto*-século melodia de Natal, muito límpido e delicado. O puro, descuidado, primoroso movimento e fluidez da música o deleitado com uma exasperação estranha. Havia algo tempo, exasperado ao ponto de raiva intolerável, no bem humorado dele enfrente, como ele tocou a paz-música finamente-girada. O mais primoroso

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