Capítulo 14. A Vara de Aaron

D. H. (David Herbert) Lawrence

A Vara de Aaron

"Eu ouso diga não vai." "Mas VAI isto?" "Eu sh não pensam." "Eu deveria tentar?" Ela procedeu deixar a gota de bola azul devagar, saltou estupidamente em a chão-coberta. "Oh-h-h!" ela chorou, enquanto alcançando isto. "Eu amo isto." "Me deixe derrubar isto", chorou Marjory, e havia um desempenho de advertência e demonstração da irmã mais velha. Mas Millicent tem que ir mais adiante. Ela foi excitada. "Não quebrará", ela disse, "até mesmo se você lança isto no ar." Ela arremessou isto para cima, caiu seguramente. Mas o sobrancelha do pai dela tricotou ligeiramente. Ela lançou isto de modo selvagem: caiu com um pequeno espirrar explosão: tinha esmagado. Tinha caído na extremidade afiada do azulejos que protrairam debaixo da defesa. "AGORA o que você fez!" chorado a mãe. A criança se levantou com o lábio dela entre os dentes dela, um olhar, meio, de puro miséria e espanta, a metade de satisfação, na face bem afiada dela.

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