Capítulo 96. A Volta ao lar de Casanova

Arthur Schnitzler

A Volta ao lar de Casanova

tudo, uma noite há pouco não era goste outro? Há pouco não era uma mulher igual outro? Especialmente quando o afazeres era passado e ido? A frase, "passado e ido", continuou martelando nos templos dele, como se destinou daqui em diante se tornar o pulso da existência abandonada dele. Parecia a ele que algo estava tagarelando atrás dele ao longo da parede. Ou era só um eco que ele ouviu? Sim, o barulho realmente tinha vindo da casa. A janela de Marcolina tinha sido aberta de repente, o ferro rangendo tinham sido empurrados atrás, a cortina puxada. Uma forma sombria era visível contra o interior escuro. Marcolina, clad em um branco, camisola, estava se levantando à janela, como se respirar a fragrância de manhã. Em um momento, Casanova deslizou atrás do banco. Piando em cima do topo disto, pela folhagem na avenida, assistiu ele Marcolina como se encantado. Ela se levantou irrefletida, parecia, o olhar dela perfurando o crepúsculo vagamente. Não até que vários segundos tinham decorrido fez

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