Arthur Schnitzler
foi agarrado com tal náusea como a que ele sentia se ele estivesse a ponto de sufocar. Durante um tempo ele não pôde pensar claramente, e ele poderia fazer não mais que dedique as energias dele à tarefa de autodomínio sem saber totalmente por que ele fez assim. Mas havia ninguém na casa em quem ele poderia desabafar a fúria dele; e ele pode perceber o absurdo absoluto de um idéia meio-formada que Marcolina deve estar de algum modo contributário para o vergonha intolerável que tinha sido posta nele. Assim que ele estivesse mais uma vez em algum grau mestre dele, o primeiro dele, pensamento era levar vingança nos salafrários que tinham acreditado que ele poderia ser contratado como um espião policial. Ele voltaria a Veneza em disfarce, e mostraria toda sua astúcia para rodear a morte destes infeliz--ou pelo menos de quem era isso tinha concebido o desígnio desprezível. Bragadino era o culpado principal? Por que não? Um homem velho tão perdido a tudo senso de vergonha que ele tinha ousado escrever tal uma carta a Casanova; um dotard que poderia acreditar de fato que Casanova quem ele teve pessoalmente conhecido, fixaria a mão dele a esta tarefa infame. Ele já não soube Casanova! Nem qualquer um o conheceu, em Veneza ou em outro lugar. Mas as pessoas deveria aprender o conhecer mais uma vez. Era verdade que ele era nenhum mais longo jovem bastante ou bonito bastante para seduza uma menina honesta. Nem ele possuiu a habilidade e a agilidade agora requisito para uma fuga de prisão, ou para feitos ginásticos no telhados. Mas apesar da idade dele, ele era cleverer que qualquer um outro! Uma vez atrás em Veneza, ele poderia fazer qualquer coisa que ele agradou. O primeiro passo, o passo essencial, era voltar. Talvez não seria necessário matar qualquer um. Havia outros tipos de vingança, mais severo, mais diabólico, que um assassinato comum. Se ele fosse fingir aceitação de a proposta do Conselho, seria a coisa mais fácil no mundo para
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