Arthur Schnitzler
Para desafogar vingança final nela, ele empreendeu a pintar como morto. Ele viu o mentindo em um caixão aberto dela, embrulhado em uma mortalha branca. Mas ele não podido prender à imagem dela qualquer sinal de decadência, e o sobrenatural dela beleza o despertou a frenesi renovado. Pelas pálpebras fechadas dele viu ele o caixão se transforma em uma cama nupcial. Marcolina põem riso lá com olhos de luz fraca. Como se em escárnio, com ela mãos pequenas, brancas ela desvelou a empresa dela que pouco enfrenta. Mas como ele estirou o seu adiante braços para ela, no momento quando ele estava a ponto de a apertar em seu abraço apaixonado, a visão enfraqueceu. CAPÍTULO CINCO. Alguém estava batendo à porta. Casanova despertou de um sono pesado para ache Olivo que se levanta antes dele. "A sua escritura tão cedo?" Casanova colecionou as inteligências dele prontamente. "É meu costume", ele disse, "para trabalhe a primeira coisa pela manhã. Que horas são?" "Oito horas", Olivo respondido. "O café da manhã está pronto no jardim. Nós por favor começaremos em nosso passeio para o convento já em você, Chevalier. Como o vento assoou seus documentos aproximadamente!" Ele se inclinou para apanhar as folhas caídas. Casanova não interferiu. Ele tinha movido à janela, e estava olhando para baixo na mesa de café da manhã que tinha sido fixo no céspede na sombra da casa. Amália, Marcolina, e as três meninas jovens, vestidas em branco, eram a o café da manhã. Eles chamaram uma bom-manhã. Ele não teve nenhum olho para qualquer um mas Marcolina que sorriu francamente a ele e na moda mais amigável. No colo dela estava um pratada de uvas cedo-maduras que ela estava comendo deliberadamente. Desprezo, raiva, e ódio desapareceram do coração de Casanova. Tudo que ele soube era que ele a amou. Feito bêbedo pela mesma visão dela, virou ele longe da janela achar Olivo em mãos e joelhos que ainda ajuntam
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