Arthur Schnitzler
da casa como um caluniador e chantagista. Até mesmo se, por uma razão ou outro, ela esteja disposta para se dar a ele para preservar o segredo dos namoros dela com Lorenzi (ele estava atento que ele era especulando em algo além dos saltos de possibilidade), um prazer assim extorquido se tornaria para ele um tormento sem nome. Casanova se conhecido ser um cuja êxtase em uma relação de amor era um thousandfold maior ao conferir prazer que ao receber isto. Tal uma vitória como estava contemplando ele o dirigiria a frenesi e desespero. De repente ele se achou à porta na parede de jardim. Foi fechado. Então Lorenzi teve um mestre-chave! Mas quem, o ocorreu perguntar agora, tinha ido com o cavalo ele tinha ouvido trotando fora depois que Lorenzi tivesse partido a mesa de jogo? Criado esperando pelo propósito, obviamente. Involuntariamente Casanova sorriu a aprovação dele. Eles eram merecedores de um outro, estes dois, Marcolina e Lorenzi, o filósofo de mulher e o oficial. Uma posição de carreira esplêndida antes deles. "Quem será o próximo amante de Marcolina?" ele pensou questioningly. "O professor na Bolonha em de quem casa ela vive? Engane, bobo! Isso é indubitavelmente uma história velha. Quem logo? Olivo? O Abbate? Para quê não? Ou o serviço-rapaz que estava de pé, enquanto bocejando à porta ontem quando nós chegamos de carro? Ela se deu a tudo deles. Eu estou seguro disto. Mas Lorenzi faz não saiba. Eu roubei uma marcha lá nele." Ainda o tempo todo lhe convenceram intimamente que Lorenzi era Marcolina primeiro o amante. Não, ele suspeitou até mesmo que a noite prévia era o primeiro em qual ela tinha se dado a Lorenzi. Não obstante, como ele feito o circuito no jardim dentro da parede, ele continuou favorecendo estas fantasias rancorosas, lascivas. A comprimento ele alcançou a porta de corredor que ele tinha partido aberto. Ele deve recupere a câmara de torre não visto e desconhecido. Com todo possível precaução
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