Arthur Schnitzler
por isso avançado até que ele chegasse a um lugar donde ele não pôde ser visto A janela de Marcolina ou de quaisquer dos outros. Subindo aos pés dele com um doendo atrás, ele estirou corpo e membros, e sentia ele restabeleceu os sensos dele, como se re-transformou de um cão de caça chicoteado em um humano sendo--sentenciou sentir o castigo, não como dor corporal, mas como humilhação profunda. "Por que", ele se perguntou, "fez eu não vou para a janela enquanto estava imóvel aberto? Por que eu não saltei em cima da soleira? Podido ela ofereceu qualquer resistência; vá ela ousou fazer assim; hipócrita, mentiroso, prostituta?" Ele continuou cercando a ela como se ele teve um direito para fazer assim, como se ele tinha sido o amante dela a quem ela teve troth de plighted e quem ela teve traído. Ele jurou a questionar cara a cara; a denunciar antes Olivo, Amália, o Marchese, o Abbate, os criados, como nada melhor que pequena prostituta luxuriosa. Como se para prática, ele recontasse a ele em detalhes o que ele há pouco tinha testemunhado, enquanto se encantando na invenção de incidentes que a degradariam contudo mais adiante. Ele diria que ela teve estado de pé nu à janela; que ela tinha permitido as carícias impudicas do amante dela enquanto o vento matutino jogou neles ambos. Depois de acalmar a primeira veemência da raiva dele assim, virou ele considerar se ele poderia não fazer um uso melhor do presente dele conhecimento. Ela não estava no poder dele? Podido ele não agora exato através de ameaças os favores que ela não tinha estado disposta para o conceder para amor? Mas este desígnio infame era rapidamente abandonado; não tanto porque Casanova percebeu sua infâmia, como porque, até mesmo enquanto o plano cruzou a mente dele, ele estava atento de sua futilidade. Por que deve Marcolina, responsável a ninguém mas ela, seja interessado às ameaças dele? No por último recorra ela era bastante astuta, se necessidades devem, o ter dirigido
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