Arthur Schnitzler
também era alguns livros que ele estava usando no trabalho dele; materiais escrevendo tinha sido provido. Ele não sentia sonolento. Tirando o manuscrito dele da pasta, ele, reread o que ele tinha escrito por último. Desde que ele tinha rompido no meio de uma oração, era fácil para ele continuar. Ele levou a caneta, escrito uma frase ou dois, então pausou. "Para que propósito?" ele exigiu dele, como se em um flash cruel de iluminação interna. "Até mesmo se eu soubesse que o que eu estou escrevendo, o que eu sou, indo escrever, seria considerado bom incomparavelmente; até mesmo se eu pudesse realmente tenha sucesso aniquilando o Voltaire, e fazendo meu renome maior que o dele--vá eu cometo estes documentos não alegremente às chamas pôde eu mas tem Marcolina em meus braços? Para aquele benefício, se eu não deveria estar disposto para nunca jure fixar pé novamente em Veneza, embora os veneziano devam deseje me escoltar atrás para a cidade em triunfo?" "Veneza!"..... Ele respirou a palavra mais uma vez. Seu esplendor cativou a imaginação dele, e em um momento tinha estado seu poder velho em cima dele restabelecido. A cidade da mocidade dele subiu antes dos olhos dele, entesourados em tudo, os charmes de memória. O coração dele doeu com ansiando mais intenso que qualquer que ele poderia recordar. Renunciar a idéia de voltar para casa pareciam para ele o mais incrível dos sacrifícios que o destino dele pode demanda. Como pôde ele vai em morar neste mundo pobre e enfraquecido sem a esperança, sem a certeza, que ele era um dia para ver o amado cidade novamente? Depois dos anos e décadas de wanderings e aventuras, afinal de contas a felicidade e infelicidade que ele tinha sofrido, depois de toda a honra e toda a vergonha, depois de tantos triunfos e tantos derrotas--ele deve a achado de comprimento um lugar descansando, deva a comprimento ache uma casa. Havia qualquer outra casa para ele que Veneza? Estava lá alguma fortuna boa
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