Capítulo 4. A Volta ao lar de Casanova

Arthur Schnitzler

A Volta ao lar de Casanova

meio-irmão, uma menina que entretanto jovem era extremamente o erudito, tinha chegado alguns semanas antes de com um trunkful inteiro de livros. Deva qualquer convidado derrube às vezes dentro de uma noite, a necessidade de Chevalier não se pôs sobre--a menos que, realmente, depois dos trabalhos do dia, alegre conversação ou um jogo de cartões poderiam oferecer distração bem-vinda. Diretamente Casanova ouviu falar da sobrinha, ele decidiu que ele gostaria de fazer o conhecido dela, e depois de um espetáculo de relutância adicional ele rendeu O requerimento de Olivo, declarando, porém, que em hipótese alguma vá ele é capaz deixar Mântua para mais que um dia ou dois. Ele implorou a anfitriã para dianteiro prontamente por mensageiro qualquer carta durante a que deveria chegar a ausência dele, desde que elas poderiam ser da primeira importância. Assuntos tidos organizados assim à satisfação completa de Olivo, Casanova foi para o quarto dele, feito pronto para a viagem, e devolveu a sala de estar em um trimestre de uma hora. Olivo, enquanto isso, tinha estado tendo um conversa de negócio viva com a anfitriã. Ele subiu agora, bebeu fora o copo dele de vinho, e com uma piscadela significante prometeram trazer o Chevalier atrás, não talvez para-amanhã ou o dia depois de, mas em todo caso em bem ordem e condição. Porém, Casanova tinha cultivado distrait de repente e irritável. Assim resfriado era o dele adeus para a anfitriã aficionada que, ao porta de carruagem, ela sussurrou uma palavra de divisão na orelha dele que era qualquer coisa mas amável. Durante o passeio ao longo da estrada parda em baixo do clarão do meio-dia ponha ao sol, Olivo deu conta da vida dele desde os amigos por último reunião. Logo após o matrimônio dele teve ele comprado um enredo de terra perto da cidade, e tinha começado de um modo pequeno como jardineiro de mercado. Fazendo bem a este comércio, ele tinha sido gradualmente capaz para

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