Arthur Schnitzler
atenções de sedulous do Abbate, o aparecimento dos irmãos, Ricardi na cena, estava despertando as suspeitas dele. Não era isto possível aquele Lorenzi poderia ser uma festa à intriga? Ou Marcolina? Ou até mesmo Amália? Para um momento flamejou pela mente dele que os inimigos dele podem esteja no trabalho em algum esquema da décima primeira hora para fazer o retorno dele para Veneza difícil ou impossível. Mas a reflexão de um momento convenceu ele a noção era absurda--só era isto porque ele já não teve inimigos. Ele somente era um companheiro velho em circunstâncias reduzidas. Que era provável levar qualquer dificuldade para impedir o retorno dele para Veneza? Olhando pela janela aberta, ele viu a companhia que ajunta a mesa em volta, onde os cartões se deitam pronto, e os vinho-óculos cheios estavam parados. Parecia a ele claro além de toda a possibilidade de duvida que houvesse nada a pé menos um usual, jogo inocente de cartões em qual o vindo de um jogador novo sempre é uma mudança agradável. Marcolina o passou, e lhe desejou sorte. "Você não vai levar uma mão?" ele disse. "Pelo menos você olhará em?" "Eu tenho qualquer outra coisa para fazer. Boa noite, Chevalier." Do interior, vozes convocaram na noite: "Lorenzi."--"Chevalier."--"Nós estamos esperando por você." Casanova, enquanto se levantando na escuridão, poderia ver que o Marchesa era Lorenzi principal longe do céspede aberto na maior escuridão debaixo das árvores. Lá ela vai fain o puxaram nos braços dela, mas Lorenzi se rasgou asperamente fora e escarranchou para a casa. Se encontrando Casanova na entrada, ele lhe deu precedência com falsa cortesia. Casanova aceitou a precedência sem uma palavra de obrigado. O Marchese foi o primeiro banqueiro. Olivo, o irmãos Ricardi, e o Abbate apostou tais quantias insignificantes isso para Casanova--para-dia plano quando as riquezas mundanas inteiras dele consistiram de não mais que alguns ducats--o jogo parecia absurdo. Ainda mais era este o caso desde o Marchese
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