Arthur Schnitzler
que, semelhante em coisas pequenas e em grande, o mundo não era tanto um mundo regido por egoísmo e deseja poder, como um mundo em uma condição, de confusão desesperada. Raramente tido o Casanova encontrado tal liberdade de pensamento em mulheres; nunca o tido se encontrado com qualquer coisa do tipo em uma menina que não era certamente contudo vinte anos velho. Era doloroso a ele se lembrar disso em dias mais cedo e melhores a própria mente dele teve com delibere, coragem ego-complacente removeu o whereon de caminhos Marcolina estava avançando agora--embora no caso dela lá não pareça existir qualquer consciência de coragem excepcional. Fascinado pelo singularidade dos métodos dela de pensamento e expressão, ele quase esqueceu que ele estava caminhando ao lado de uma mulher jovem, bonita, desejável, um esquecimento ainda mais notável como os dois estava só dentro o copado ruela, e a uma distância considerável da casa. De repente, rompendo no meio de uma oração, joyfully de Marcolina, exclamado, "Aqui vem meu tio!" Casanova, como se ele tivesse que retificar uma omissão, sussurrado na orelha dela,: "Isso que uma amolação. Eu deveria ter gostado de ir em falar por horas com você, Marcolina." Ele estava atento que os olhos dele estavam iluminando novamente para cima com desejo. A este Marcolina que na troca viva do recente deles/delas conversação tinha abandonado quase sua atitude defensiva, exibiu um reserva renovada. A expressão dela manifestou o mesmo protesto, o mesmo repulsão que tinha ferido o Casanova mais cedo pelo dia. "Eu sou realmente tão repulsivo?" ele se perguntou ansiosamente. Então, respondendo em pensamento para a própria pergunta dele: "Não, isso não é a razão. Marcolina realmente não é uma mulher. Ela é ela-professora, um ela-filósofo, um de as maravilhas do mundo talvez--mas não uma mulher." Ainda até mesmo como meditou ele, ele soube que ele estava tentando para enganar somente ele, o console, o salve; e todos seus empenhos eram vãos.
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