Arthur Schnitzler
serão compartilhadas felicidades com você!" "Seu último?" Casanova reunido cinicamente, entretanto ele não era completamente impassível. "Eu penso meu amigo Olivo teria uma palavra para dizer sobre isso." "O que você fala de", disse Amália que avermelha, "é dever, e prazer plano; mas não é e nunca foi felicidades." Eles não caminharam ao fim da ruela de grama. Ambos pareciam evitar o bairro do céspede onde Marcolina e as crianças eram jogando. Como se por consentimento comum eles repassassem os passos deles/delas, e, silencioso agora, chegou a casa novamente. Um das janelas de chão-chão ao gable terminam da casa estava aberto. Por este Casanova olhou brevemente dentro o interior escuro uma cortina meio-tirada, por detrás o qual o pé de uma cama projetado. Em cima de uma cadeira adjacente estava pendurando uma luz, vestido de gauzy. "O quarto daquele Marcolina é?" Casanova investigado. Amália acernar com a cabeça. "O faça como ela?" ela disse--nonchalantly, como parecia para Casanova. "Claro que, desde que ela é olhando bom." "Ela é como bem uma menina boa." Casanova encolheu os ombros, como se a bondade fosse nenhuma preocupação seu. Então: "Me, Amália, fale você ainda me pensou bonito quando você me viu primeiro para-dia?" "Eu não sei se seus olhares mudaram. A mim parece há pouco você o mesmo a partir de velho. Você é como eu sempre o vi, como eu o vi dentro meu sonhos." "Olhe bem, Amália. Veja as rugas em minha testa; as dobras soltas de meu pescoço; os crow's-pés arredondam meus olhos. E olha", ele sorriu, "eu tenho perdido um de meus dentes de olho. Também, olhe para estas mãos a Amália. Meus dedos está como garras; há manchas amarelas nos dedo-unha; o azul veias se salientam. Elas são as mãos de um homem velho." Ela apertou ambas suas mãos como ele os ofereceu para ela ver, e afetuosamente os beijado um depois o outro no passeio sombreado. "Para-noite, eu o beijarei nos lábios", ela disse, com um entrosar de
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