Capítulo 17. A Volta ao lar de Casanova

Arthur Schnitzler

A Volta ao lar de Casanova

pensamento o destino dela seria decidido uma vez mais durante tal um passeio dentro o jardim. Ninguém teve qualquer coisa que dizer contra a sugestão de Amália, e todos eles ido ao ar livre. Marcolina que conduziu o modo correu pelo iluminado pelo sol céspede para unir as crianças no jogo deles/delas de battledore e peteca. Ela era dificilmente mais alto que o primogênito das três meninas; e quando os cabelos dela entraram solto no exercício e flutuaram em cima dela ombros que ela se parecia uma criança também. Olivo e o Abbate sentaram eles em um banco de pedra em baixo das árvores, não longe da casa. Amália passeou em com Casanova. Assim que os dois fossem fora de ouvindo, ela começou a conversar com Casanova em um tom para o qual parecia ignore o lapso de anos. "Assim nós nos encontramos novamente, o Casanova! Como eu almejei este dia. Eu nunca duvidado sua vinda." "Uma mera chance me" trouxe, disse coldly para Casanova. Amália sorriu. "Tenha seu próprio modo", ela disse. "De qualquer maneira, você está aqui! Tudo estes dezesseis anos eu fiz nada mais que sonho deste dia!" "Eu não posso ajudar pensamento", o Casanova se se opor a "que ao longo do longo intervalo você deve ter sonhado com muitas outras coisas--e deve ter feito mais que sonho." Amália tremeu a cabeça dela. "Você sabe melhor, Casanova. Nem você tinha esquecido eu, para era caso contrário isto, em sua ânsia chegar para Veneza, vai você nunca aceitou o convite de Olivo." "O que quer dizer você, Amália? Possa você imagina eu vim aqui para trair seu marido?" "Como você pode usar tal uma frase, Casanova? Era eu para ser uma vez mais seu, não haveria nem traição nem pecado." Casanova riu. "Nenhum pecado? Para quê não? Porque eu um homem velho é?" "Você não é velho. Para mim você pode ser nunca um homem velho. Em seus braços tive eu meu primeiro gosto de felicidades, e eu não duvido que seja meu destino que meu último

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