Arthur Schnitzler
um vestido cinzento simples de alguns que vislumbra material. Ela teve um gracioso figura. O olhar dela descansou nele tão francamente e indiferentemente quanto se ele era um sócio da casa, ou tinha sido um convidado cem vezes antes de. A face dela não iluminou do modo para o qual ele tinha crescido acostumou em anos mais cedo, quando ele tinha sido uma mocidade encantadora, ou depois no início bonito dele. Mas agora para um tempo bom o Casanova tinha cessado espere isto de um conhecido novo. Não obstante, iguale ultimamente o mencione do nome dele normalmente tinha bastado despertar na face de uma mulher um expressão de admiração atrasada, ou pelo menos algum rastro de pesar que era uma admissão que o hearer teriam amado o conhecer alguns anos mais cedo. Ainda agora, quando Olivo o apresentou a Marcolina como Signor Casanova, de de Chevalier Seingalt, ela sorriu como ela teria sorrido a alguns nome totalmente indiferente que levou com isto nenhum aroma de aventura e mistério. Até mesmo quando ele levou o assento dele pelo lado dela, beijou a mão dela, e permitiu os olhos dele como eles dwelt nela para vislumbrar com delícia e deseje, a maneira dela não traiu nada da satisfação recatada que poderia ter parecido uma resposta apropriada para tão ardente um galanteando. Depois de alguns trivialidades cortesas, Casanova falou para o vizinho dele que ele teve estado informado dos conseguimentos intelectuais dela, e lhe perguntou o que foi assunto escolhido de estudo. O interesse principal dela, ela reuniu, estava dentro o matemática mais alta para a qual ela tinha sido apresentada por Professor Morgagni, o professor renomado na universidade de Bolonha. Casanova expresso a surpresa dele que encantando uma senhora jovem assim deveriam ter um interesse, certamente excepcional, em um assunto seco e difícil. Marcolina respondeu isso na visão dela a matemática mais alta era o mais mais imaginativo de todas as ciências; a pessoa poderia dizer até mesmo que sua natureza fez
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