Anne Douglas Sedgwick
palavras que estavam como uma ponte lançadas em cima disto para o conduzir dela? "Eu quero lhe contar uma coisa, só um, antes de eu ir", ele disse. Ele soube que, com a resolução súbita dele, tinha mudado a voz dele e, aquietar ele, ele estava de pé antes o dela e pôs ambas as mãos na parte de trás de uma cadeira que estava entre eles. Ele não pôde ir em construir aquela ponte. Ele tem que ousar algo, até mesmo se qualquer outra coisa ele não deve ousar--a menos que, a menos que ela deixasse ele. "Eu lhe tenho que falar que você é a pessoa encantando que eu já tenho conhecido." Ela olhou quietamente para ele, entretanto ela foi assustada, não totalmente entendendo, e ela disse um pequeno tristemente: "Só que, Jack?" "Sim, só que, para você, porque você não precisa dos muito usado, óbvios rótulos aquele anexa a outras pessoas. Você não precisa que eu diga que você é bom ou verdadeiro ou brave;--isto como um selo delicado que inclui e expressos everything,--as muito usado coisas e o estranho, graciosamente coisas--quando eu digo que você está encantando." Ele segurou a mente dele, assim consciente, debaixo das palavras, do que ele não deve dizer, para o intelectual, preocupação da fazer vê, a todos os eventos, só isso que as palavras ele poderia dizer significado. Mas como tocou a voz dele, enrijeça, vibrante como uma corda apertada no ainda se aloje, como os olhos dele afundaram em seu, Valerie sentia nela própria mocidade agonizante o eco súbito para tudo ele ousou não diga. Ela nunca tinha visto, rápido como ela era ver o significado atrás de palavras e olhares. Ela suspeitou que ele, também, nunca tinha visto claramente isto cultivar agora. Outras reivindicações tinham derrubado deles; o mundo teve sido ido; eles estavam sós, os olhos dele em seu; e entre elas estava a magia de vida. Sim, ela ainda teve isto, o presente, o charme constrangedor. Os olhos dele no deles/delas
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