Arthur Schnitzler
"Bem, assim você é atrás novamente da viagem momentosa", disse Herr Martin. "Ah, sim, você estava em Viena", disse o Frau Martin, enquanto se conchegando contra ela marido. "Também", e com Frau Rupius somou ela, como se isso insinuou uma agravação da ofensa. Mais uma vez Bertha teve que dar conta da fantasia nova dela. Ela lhes falou em toda parte isto de uma maneira um pouco mecânica, realmente,; mas ela sentia, nenhum o menos, que era longo desde que ela tinha sido tal um interessante personagem como era agora ela. Klingemann passou, se curvado com cortesia irônica, e se ficava redondo para Bertha com um olhar que parecia expressar a condolência dele por ela tendo ser amigável com tais pessoas. Parecia a Bertha como se ela seja talentosa que dia com a habilidade ler os relances de homens. Começou a crescer escuro. Eles se partiram junto para a cidade. Bertha de repente crescido intranqüilo a não ter conhecido o menino dela. Ela entrou em defronte com Frau Martin que virou a conversação em para o assunto de Frau Rupius. Ela quis descobrir mal se a Bertha teve observado qualquer coisa. "Mas o que quer dizer você, Frau Martin? Eu acompanhei Frau Rupius a ela a casa de irmão, e se ligou de volta lá para ela em meu modo." "E lhe convencem que ela estava com o irmão dela o tempo inteiro?" "Eu realmente não sei o que você espera que Frau Rupius faça! Onde vai ela foi então?" "Bem", disse o Frau Martin; "realmente, você é uma criatura simples. Eu devo diga--ou você só está vestindo? Faça totalmente você esquece então..." Então ela sussurrou algo na orelha de Bertha a qual o posterior cresceu muito vermelho. Ela nunca tinha tido notícias tal uma expressão de uma mulher. Ela era indignado. "Frau Martin", ela disse, "eu não sou tão velho eu qualquer um e, como você veja, é bastante possível viver uma vida decente em tais circunstâncias." Frau Martin era um pequeno surpreendido. "Sim, claro que!" ela disse. "Sim, claro que! Você deve, eu ouso diga, pense
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