Capítulo 87. Bertha Garlan

Arthur Schnitzler

Bertha Garlan

também estava cansado?... Ela parecia a ela muito experimentado quando isso idéia a ocorreu.... E ainda outro pensamento flamejou por ela mente: que ele também não pudesse amar nenhuma outra mulher do modo no qual ele teve a amado.... Afinal de contas, e de repente ela perguntou se o prévio noite permaneceria a única experiência dela--se ela pertenceria para nenhum outro homem exceto ele? E ela alegrou na dúvida, como se, por apreciando isto, ela estava assumindo um tipo de vingança o compassivo dele olhe e lábios zombeteiros. E agora ela estava atrás novamente fora no quarto triste para cima no terço pavimento do hotel. Os restos do jantar dela não tiveram contudo sido clareado fora. A jaqueta dela e as flores ainda estavam mentindo na cama. Ela levou as flores na mão dela e os elevou aos lábios dela, como se sobre para os beije. Porém, de repente como se a raiva inteira dela estourou adiante novamente, ela os arremessou violentamente ao chão. Então ela se lançou em a cama, a face dela enterrou nas mãos dela. Depois de mentir durante algum tempo nesta posição ela sentia a tranqüilidade dela devolvendo gradualmente. Era talvez da mesma maneira que bem que ela pudesse devolver casa que mesmo dia. Ela pensou no menino dela, como ele foi acostumado para mentir na pequena cama dele com a face inteira dele brilhando com risada, se seu mãe se apoiou nas grades. Ela ansiou por ele. Também ela ansiou dentro alguns desprezam grau para Elly e para Frau Rupius. Sim, era verdade--Frau Rupius, claro que, ia deixar o marido dela.... O que pôde lá esteja ao fundo de tudo?... Um caso de amor?... Mas, estranhamente bastante, ela era agora ainda menos capaz que antes de se imaginar a ela o responda àquela pergunta. Estava crescendo tarde, estava na hora dela se preparar para ela partida.... Assim, então, ela estaria novamente em casa antes do domingo pela noite. Ela sentou na carruagem; no colo dela posição as flores que ela tinha escolhido

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