Capítulo 85. Bertha Garlan

Arthur Schnitzler

Bertha Garlan

tudo, ela tinha o tirado de humor sem estar atento que ela estava fazendo assim.... Realmente, ela não tinha sido mais ou menos nada que uma mulher boa tudo a vida dela.... Que poderia dizer se ela não tinha sido culpada de algo desajeitado ou estúpido?... se ela não tinha sido absurda e repelente dentro algum momento quando ela tinha acreditado que esteve sacrificando, oferta,, encantado e encantando?... Mas o que ela conheceu tudo estes coisas?... E, tudo de uma vez, ela quase sentia algo na natureza de arrependimento que ela tinha partido tão totalmente na aventura dela desprevenido, que, até o dia prévio, ela tinha sido tão pura e bem, que ela não tinha tido outros amantes antes de Emil.... Então ela também, se lembrou que ele tinha evadido as perguntas tímidas dela e pedidos no assunto do violino jogar dele, como se ele não tivesse querido a admitir em aquela esfera da vida dele. Ele tinha permanecido estranho assim a ela, intencionalmente estranho, tão longe como preocupado as mesmas coisas das quais eram a importância mais funda e mais vital para ele. Tudo de uma vez ela percebeu que ela teve nenhum mais em comum com ele que os prazeres de uma noite, e que a manhã presente tinha os achado ambos longe como aparte de um outro como eles tinham sido durante todos os anos nos quais eles tiveram cada conduzidos uma existência separada. E então ciúme chamejou novamente para cima dentro dela.... Mas ela sentia como se ela sempre era assim, como se toda emoção concebível sempre tinha sido apresente dentro dela... amor e desconfia, e esperança e penitência, e ansiando e ciúme... e, pela primeira vez na vida dela, ela era assim mexido, até mesmo para as mesmas profundidades da alma dela, que ela entendeu esses quem no desespero deles/delas se lançaram fora de uma janela se encontrar o deles/delas morte.... E ela percebeu que o estado presente de negócios era impossível, que só certeza pudesse ser de qualquer proveito a ela.... Ela deve

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