Arthur Schnitzler
uma dificuldade para pensar nisto. Além disso, ela não sentia nenhuma penitência nisso conta; bastante, ela estava orgulhosa do que ela tinha feito. Ela se sentia completamente como a criatura de Emil; tudo aquilo tinha tido parte na vida dela prévio para o advento dele parecia ser extinguido. Se ele fosse exigir dela isso ela deveria viver um ano, viva o verão próximo com ele, mas aquele então ela deveria morrer--ela o obedeceria. Os cabelos desordenados dela caíram em cima dos ombros dela. Recordações vieram a ela que quase feito o dela bobine. ... Ah, Céu,; por que teve tudo isso vir tão tarde, assim tarde? Mas ainda havia muito tempo antes o dela--ainda havia cinco, ainda dez anos durante os quais ela poderia permanecer bonita.... Oh, havia até mais longo tão longe como ele estava preocupado, se eles permanecessem junto, desde, realmente, ele mudaria junto com ela. E novamente o flitted de esperança pela mente dela: se ele deveria lhe fazer a esposa dele, se eles deveriam viver junto, viaje junto, durma junto, noite depois de noite--mas agora ela começado a sentir ligeiramente envergonhado dela--por que era isto que estes pensamentos estava para sempre presente na mente dela? Ainda, viver junto, não fez isto média algo mais adiante--ter cuidados em comum, poder falar com um, outros em todos os assuntos? Sim, ela vai, antes de todas as coisas, seja dele amigo. E isso era o antes do qual ela lhe falaria pela noite tudo outro. Aquele dia ele teria que lhe contar tudo afinal, lhe fale sobre ele; ele teria que desdobrar a vida inteira dele antes o dela, do momento quando eles tinham separado doze anos atrás até--e ela não possa ajudar o ser pasmo como ela procurou os pensamentos dela--até o manhã prévia.... Ela tinha visto novamente pela primeira vez o o manhã antes de, e no espaço daquele dia que ela tinha se tornado assim completamente o dele que ela já não pudesse pensar de nada menos ele; ela era raramente mais uma mãe... não, nada mais que o amado dele.
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