Arthur Schnitzler
como o resultado das experiências de noites de embriaguez tinha vindo a ela da profundidade dos sentimentos dela. Parecia a ela como se no noite prévia que ela tinha descoberto nela um presente, da existência, de qual ela teve hitherto não teve nenhuma premonição, e ela sentia um desprezo emoção de movimento de pesar dentro dela a não ter virado aquele presente para o melhor vantagem mais cedo. Ela se lembrou de um das perguntas de Emil sobre ela passado por causa de qual ela não tinha estado tão chocada como deve ela foi, e agora, como ela recordou isto para notar, o mesmo sorriso se apareceu nos lábios dela, como quando ela tinha jurado que ela tinha lhe contado a verdade que ele não tinha querido acreditar. Então ela pensou na próxima reunião deles/delas; ela se imaginado a ela como ele a receberia e a escoltaria por seu quartos. A idéia veio a ela que ela se comportaria da mesma maneira que se nada a tudo ainda tinham acontecido entre eles. Não uma vez vá ele pode ler dentro o relance dela a lembrança da noite prévia; ele teria que ganhar o dela por toda parte novamente, ele teria que a galantear--não com palavras só, mas também com a música dele.... Sim.... Não era ela que vai o ouvir jogo que mesma manhã?... Claro que--na Igreja.... Então ela se lembrou o ciúme súbito que tinha a agarrado a noite prévia.... Sim, mas por que?... Parecia agora a ela ser tão absurdo--ciúme de um cantor que talvez estava levando parte cantando a Massa, ou de algum outro desconhecido mulher. Porém, ela iria em todo caso para a Igreja. Ah, como bom isto seria se levantar na luz escura da Igreja, não visto por ele e incapaz o ver, e ouvir só seu jogando abaixo o qual flutuaria para ela do coro. E ela sentia como se ela alegrou dentro o prospecto de uma ternura nova sem a qual deveria vir a ela dele o temendo isto dele. Lentamente ela se levantou e se vestiu. Um pensamento suave da rosa de casa dela para cima dentro dela, mas estava completamente sem força. Ela achou isto até mesmo
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