Capítulo 69. Bertha Garlan

Arthur Schnitzler

Bertha Garlan

tarde. Mas eu não posso adquirir isto bastante direito." "Você está pensando agora em melodias..." disse a Bertha, enquanto sorrindo, mas com um leve-tom de repreensão na voz dela. Novamente havia silêncio. A carruagem dirigiu lentamente junto o deserto Ringstrasse, além da Casa de Ópera, o Museu e os jardins públicos. "Emil?" "O que quer você, meu bem?" "Quando eu terei uma oportunidade do ouvir afinal jogar novamente?" "Eu estou jogando a um para-dia de concerto, de fato", que ele disse, como se seja uma piada. "Não, Emil que não era o que eu quis dizer--eu quero que você jogue a mim só. Você fará que há pouco uma vez... não o vá? Agrade!" "Sim, sim." "Significaria tanto a mim. Eu deveria gostar que você soubesse que havia nenhum um no quarto se exclui o escutando." "Isso mesmo. Mas não importa que agora, entretanto." Ele falou em tal um tom decidido de voz como a que parecia se ele fosse defendendo algo dela. Ela não pôde entender por que razão o pedido dela poderia ter sido desagradável a ele, e ela continuou: "Tão então é resolvido: para-amanhã a cinco horas pela noite a sua casa?" "Sim, eu sou curioso ver se você gostará lá isto." "Oh, claro que eu devo. Seguramente será muito o ser mais agradável em sua casa que naquele lugar onde nós fomos hoje à noite. E deve nós gastamos a noite junto? Você sabe, eu há pouco estou pensando se eu não devo ver meu primo...." "Mas, meu mais querido, por favor, não nos deixa traçarmos um programme definido." Dizendo isto ele pôs o círculo de braço dele o pescoço dela, como se ele quisesse a fazer sinta a ternura que estava ausente do tom da voz dele. "Emil!" "Bem?" "Para-amanhã nós jogaremos a Sonata de Kreatzer junto--o Andante pelo menos." "Mas, minha querida criança, nós falamos bastante sobre música; nos deixe derrubar o assunto. Eu estou bastante preparado acreditar que você é imensamente se interessado por isto."

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