Arthur Schnitzler
apaixonado com ele, realmente e verdadeiramente,; e o momento tinha chegado que ela tinha estado esperando há dias.... Não, durante anos! Ainda os lábios deles/delas permanecidos apertado junto.... Ah, ela desejou para sentir o seu braços sobre ela... ser seu, corpo e alma. Ela não o deixaria falar qualquer mais... ele teria que a levar até ele.... Ele teria percebe que nenhuma outra mulher pudesse o amar tão bem como fez ela.... Emil subiu para cima e para baixo aos pés dele e paced o pequeno quarto alguns vezes. Bertha elevou o copo dela de champanha novamente aos lábios dela. "Nenhum mais, Bertha", disse Emil, em um baixo tom. Sim, ele tinha razão, ela pensou. O que estava fazendo realmente ela? Era ela que vai se fazer bêbado, então? Havia alguma necessidade por isso? Afinal de contas, ela era responsável a ninguém, ela era grátis, ela era jovem; ela era determinado para provar afinal de felicidade. "Deva nós não estar pensando em andamento?" dito o Emil. Bertha acernar com a cabeça. Ele a ajudou a vestir a jaqueta dela. Ela estava de pé antes o espelho e preso o alfinete pelo chapéu dela. Eles foram. O garçom jovem era se levantando antes da porta; ele se curvou. Uma carruagem estava estando antes o portão; Bertha entrou; ela não ouviu que instruções deu o Emil o motorista. Emil levou o assento dele pelo lado dela. Ambos estavam calados; eles sentaram apertando de perto contra um ao outro. A carruagem rolou em, um longo, muito tempo modo. Onde poderia ser, então, aquele Emil viveu? Mas, talvez, ele teve de propósito dito para o motorista que levasse uma rota que dá voltas, enquanto sabendo, nenhuma dúvida,, como agradável era dirigir junto pela noite goste isto. A carruagem parou. Emil adquiriu fora. "Me dê seu guarda-chuva", ele disse. Ela entregou isto para ele e ele abriu isto. Então ela adquiriu fora e eles ambos se levantado debaixo do abrigo do guarda-chuva no qual a chuva estava sacudindo
| Prev | Conteúdos | Next |