Capítulo 63. Bertha Garlan

Arthur Schnitzler

Bertha Garlan

"Por que, sim, sobre suas excursões." "Céus, uma cidade há pouco está como todos os outros. Você não deve, de curso, perde visão do fato que eu só raramente viajo para meu próprio prazer." "Isso mesmo, claro que." Durante o tempo inteiro não tinha dado ela um pensou ao fato que era Emil Lindbach, o virtuoso de violino célebre, com quem ela estava sentando lá; e ela sentia salto para dizer: "A propósito, você está jogando logo em Viena. Eu deveria estar alegre muito para o ouça." "Não uma alma o impedirá de fazer assim", ele respondeu secamente. Atravessou a mente dela que realmente seria muito mais agradável para o dela o ouvir jogar, não ao concerto, mas para ela só. Ela teve quase dito assim, entretanto a ocorreu que que teria significado nada mais que: "Eu virei com you"--e, que poderia dizer, talvez muito logo ela iria com ele. Seria como já como fácil para ela, se ela tinha tido um pouco de vinho.... Ainda, não assim, o vinho estava a afetando diferentemente de habitual--não era a embriaguez macia que a fez sinta um pequeno mais alegre; era melhor, lovelier. Não era o poucos gotas de vinho que fez isto assim; era o toque da querida mão dele, como ele acariciado a sobrancelha dela e cabelo. Ele tinha se sentado ao lado dela e ele a puxou encabece sobre o ombro dele. Como alegremente vá ela dormiu goste que.... Realmente, sim nada mais ela desejo.... Então ela o ouviu sussurro: "Bem."... Ela tremeu suavemente. Por que era este a primeira vez? Ela não poderia ter tido tudo isso antes? Era lá um grão de senso vivendo como fez ela?... Afinal de contas, havia nada mau em o que ela estava fazendo agora.... E como doce era sentir a respiração de um homem jovem nas pálpebras dela!... Não, não--não a respiração de um homem jovem... de um amante.... Ela tinha fechado os olhos dela. Ela não fez o esforço mais leve para os abrir novamente, ela não teve o menos deseja saber onde ela era, ou com quem

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