Capítulo 6. Bertha Garlan

Arthur Schnitzler

Bertha Garlan

prontidão com que ela tinha se dado depois a um homem quem ela nunca tinha amado. A consciência que qualquer felicidade que ela tinha provado no curso da vida casada dela tinha sido ganho nos braços do marido que ela não tinha amado a feito estremecer com horror, para o primeiro, tempo, em sua miséria absoluta. Tido que, então, sido vida como ela pensamentos tinham descrito a ela, teve isso sido a felicidade mística como ela tinha ansiado?... E um sentimento sombrio de ressentimento contra tudo e todo o mundo, contra o viver e o morto, começou queime sem chama dentro do seio dela. Ela estava brava com o marido morto dela e com o pai morto dela e mãe; ela estava indignada com as pessoas entre quem ela estava agora viva, de quem olhos sempre estavam nela de forma que ela ousado não lhe permita liberdade; ela estava ferida com Frau Rupius que não tinha se mostrado para ser tal um amigo no que a Bertha poderia confiar o dela para apoio; ela odiou Klingemann porque, feio e repulsivo como era ele, ele desejado lhe fazer a esposa dele; e finalmente ela estava violentamente enfurecida com o homem que ela tinha amado pelos dias do girlhood dela, porque ele não teve sido mais corajoso, porque ele tinha retido dela a última felicidade, e porque ele tinha a dado nada mais que recordações cheio de fragrância, contudo cheio de tormento. E lá ela estava, enquanto sentando no quarto só dela entre o mementoes enfraquecido de uma mocidade que tinha passado unprofitably e friendlessly; lá ela estava, à beira do tempo quando haveria nenhuma mais esperança e nenhum mais desejo--vida tinha deslizado pelos dedos dela, e ela tinha trinta anos e pobre. Ela embrulhou para cima as cartas e as outras coisas, e os, tudo, lançou amassou como eram eles, no caso. Então ela fechou isto e foi em cima de para a janela. Noite era à mão. Uma brisa suave estava passando da direção das videira-treliças. Os olhos dela nadaram com lágrimas de unwept, não de aflição, mas

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