Arthur Schnitzler
salve o menino dela, a casa, e as lições dela--a teve não estado contente, quase feliz?... Ela olhou ela em volta. O quarto nu com o feio azul e branco pintou paredes, as pintas de pó e sujeira no teto, o gabinete com seu porta entreaberta, tudo pareciam muito repulsivos a ela. Não, isso não era nenhum lugar para ela. Também, então ela pensou com desgosto do jantar dentro o hotel à moda, e também dela passeando aproximadamente na cidade, ela, cansaço, o vento e o pó. Parecia a ela que ela tinha sido vagando quase como um passo pesado. Então outro pensamento veio a ela: isso que se algo tinha acontecido em casa!--Fritz poderia ter pegado a febre; eles telegrafe ao primo dela em Viena, ou eles poderiam vir olhar até mesmo para ela, e eles não poderiam a achar, e tudo saberiam isso ela tinha mentido como qualquer pessoa desacreditadora cujo propósito serve para fazer assim.... Era terrível! Como pôde ela está em frente deles em casa, ela, cunhada, o cunhado dela, Elly, o sobrinho Richard adulto dela... a cidade inteira que, claro que, ouviria as notícias imediatamente.... Herr Rupius! Não, em verdade boa, ela não era planejada para tais coisas! Como afinal de contas, childishly e desajeitadamente ela tinha fixado sobre isto, de forma que só o acidente mais leve foi precisado a trair. Se ela, então, tivesse falhado dê o menos pensamento para todas estas coisas? Tido ela só obcecada com a idéia de ver o Emil mais uma vez, e para isso tinha se arriscado tudo... o nome bom dela, até mesmo o futuro inteiro dela! Para quem poderia dizer se a família não a renunciaria, e ela perderia a música dela lições, se a verdade saísse?... A verdade.... Mas o do qual poderia sair? O que tinha acontecido, então? O que teve ela para se reprovar com? E com o sentimento confortante de uma consciência clara ela era corajosamente capaz para resposta: "Nada." E, claro que, havia ainda cronometre.... Ela pôde
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