Arthur Schnitzler
como seja: "Você tem que saber, há um homem que vive em nossa pequena cidade que tem um álbum, ou bastante uma pasta, de gravuras, e isso é como eu sei o quadro. O nome dele é Rupius, ele é muito fraco; há pouco caprichoso, ele é totalmente paralisado." Ela sentia obrigado contar para o Emil tudo isso, para isto parecia a ela como se os olhos dele estavam a questionando incessantemente. "Também", isso poderia ser um capítulo que ele disse, com um sorriso, quando ela tinha vindo para um fim; então ele somou mais suavemente, como se envergonhado do indelicado dele piada: Deve haver certamente também os cavalheiros naquela pequena cidade que é não paralisado." Ela sentia que ela teve que levar Herr Rupius pobre debaixo da proteção dela. "Ele é um homem muito infeliz", ela disse, e, se lembrando como ela tinha sentado com ele na sacada o dia prévio, um sentimento de grande compaixão, a agarrado. Mas o Emil estava seguindo o próprio trem dele de pensamento. "Sim", ele disse; "isso é o que eu realmente deveria gostar de saber--isso que experiências que você teve." "Você os, já, conhece." "Eu quero dizer, como a morte de seu marido." Ela entendeu o que ele quis dizer agora, e estava um pequeno ofendido. "Eu só vivo para meu menino", ela disse, com decisão. "Eu não permito os homens para faça amor a mim. Eu sou bastante respeitável." Ele teve que rir isto o comically modo sério no qual ela fez isto confissão de virtude. Para a parte dela, sentia ela imediatamente que ela deve se expressou diferentemente, e assim ela riu, também. "Quanto tempo você vai ficar, então, em Viena?" Emil perguntado. "Cultive para-amanhã, ou o dia depois de para-amanhã." "Tão curto um tempo como isso? E onde você está ficando? Eu deveria gostar saiba." "Com meu primo", respondeu ela. Algo a conteve de mencionar que ela tinha posto em um hotel. Mas imediatamente ela estava brava com ela para ter contado tal um mentira estúpida, e ela estava a ponto de se corrigir. Porém, Emil quebrou
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